3 EM 1
Rommel Werneck,
5 de maio de 2012

The Three Graces, by Peter Paul Rubens. Museu do Prado
Eis que anunciei no meu facebook a desastrosa e retrógrada situação daquela tarde de inverno: iria vestir minha camisa renascentista de rufo branco já que não tinha encontrado nenhuma e se alguém me perguntasse sobre o porquê da roupa, diria que eu era um Quaker. Saí de casa e dobrei o rufo de modo que a gola rendada sobre o casaco preto montou um traje barroco. Estive nos lugares que precisei ir e uma situação barroca aconteceu! Um milagre reconstrucionista de São Rommel!
Estou lá passando pela principal rua do Ipiranga e a maior loja de esportes tem uma folha de sulfite grudada no muro com os seguintes dizeres: “A loja Momentos Esporte está contratando 03 vendedor [aí vinham as virtudes como experiência, dinamismo, força de vontade etc etc etc e descarga] e 02 algum cargo” [também no singular juntamente com uma lista de virtudes.
Fico pensando o como a vida nos prega surpresas, nada mais piedoso do que eu vestido tal como um Gregório de Mattos sem querer pelo simples intermédio divino de não achar uma camisa melhor, ver esta cena de prece, de milagre, de oração na Momentos Esporte. “03 vendedor” só pode (e há de ser) uma invocação à Santíssima Trindade (três pessoas em um só deus)! Isso! A Momentos Esporte está contratando Deus, por isso a vaga está no singular e possui uma longa ladainha de atributos para preenchê-la.
Veja, eu sou totalmente contrário a preconceito, principalmente o linguístico. De fato, prefiro crer que a Momentos esteja fazendo uma prece, bonita homenagem a Deus, isto sim é um caso de silepse de número, 3 pessoas em 1 só, por isso o substantivo pode concordar com 3 ou 1, daí não é erro usar “vendedor”, isto mesmo, no singular! Prefiro acreditar que a vaga só pode ser direcionada à SS Trindade do que julgar gramaticalmente como um erro. Não é erro, pois já expliquei a quem a vaga é destinada. Além do mais, os atributos, virtudes e requisitos para preenchê-la somente Javé, Jesus e o Espírito Santo poderiam ter. E se for erro mesmo? Erro? Sim, poderia ser erro de concordância, mas se é erro, não é pecado, o que torna o erro santíssimo porque se refere a Deus ou você, nobre leitor, acaso acha que alguém aqui da Terra poderia preencher a vaga, poderia? Acredita mesmo que todos nós possuímos as mesmas virtudes de Deus e ou do dono da bodega? Eu, hein!
E se não fosse a Trindade, se não fosse Deus, mas a Deusa?! Sim, seu Amando, dono da Momentos Esportes, homem infalível em assuntos de cultura, doutor, erudito, clássico, fiel conhecedor da língua portuguesa deve sim ter se referido à deusa. Deusa, sim! Aquela da concha, a Vênus com suas três servas, as três graças.
Uma vendedora lá a jorrar flores aos clientes vivendo de amor, de motivação, de dinamismo, enfim de brisa! E o mesmo com as outras graças. Uma ficaria responsável por esses atributos de igreja, a outra poderia fazer a dinâmica de grupo (pra quem não sabe o que é isso é tipo uma brincadeira estranha só para gastar tempo, parece aqueles vídeos de igreja neopentecostal tirando o demônio da pessoa). A última graça poderia ficar responsável pela, deixa eu ver, ah pelas vendas e pela seleção de pessoal, ué, que foi? Alguma graça precisa fazer o serviço de graça, escrever na tabuleta uma silepse (ou erro mesmo! E dos grandes!) o que gera muita graça!
Chega um momento da vida que você cansa, vê o anúncio desses e sente um misto barroco. É estado de graça ver a piedosa manifestação cristã. Todavia, ao invés de contemplar essa manifestação erudita de fé do seu Amando e, inclusive lhe contando isto numa crônica ao leitor, talvez fosse mais gracioso estar compondo uns versos, escrever um tratado de metrificação, algum livro de ortografia, lecionar aulas particulares de concordância nominal…
ROMMEL WERNECK
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A OVELHA FOFINHA
Rommel Werneck,
10 de abril de 2012
A meu amigo Eduardo Ribeiro, mas não é ele a ovelha desgarrada, graças a Zeus!
Existe uma ovelha fofinha no meu facebook. É aquela pessoa que conheci num evento dela, é a amiga do amigo da amiga. Bem, como a fofinha me adicionou ou eu a adicionei por conta daquela ocasião, eis aí o contato no meu facebook e eis aí o meu desabafo. Bem, a ovelhinha é fofinha, compartilha músicas do Chico, publica fotos da viagem em Salvador, o livro que publicou recentemente, mas sabe, a ovelhinha fofinha fica lá no pasto dela e só.
Ela nunca na vida curtiu uma foto minha, nem mesmo quando as fotos eram da festinha dela, #FATO. Porém, a coelhinha, digo, a fofinha já rasgou a fantasia de lã e uivou fazendo barraco duas vezes em algo que EU postei em mEU mural.
Uma terceira situação lupina aconteceu numa foto de um outro aí, um bode conhecido ou amigo né já que todo o mundo é amigo no face. O bode postou uma foto em tempo real do granizo que caiu na Oscar Freire (lògeko, tá pensando o quê? Que esses animais são de onde? Da favela onde eles frequentam de vez em quando pra dizer que gostam de sarau de periferia? Eu, hein!). A foto foi justo quando caiu o granizo, foi foto de celular, hoje em dia existe isso né, o povo pbosta até a comida que fez na privada.
Eu brinquei comentando exatamente assim: “Caiu granito. Granito pq granizo é de pobre… kkkk”. A ovelhinha fofinha, como já vos disse, soltou um kame kame ha, virou um lobo, porém fofinho: “Coisa de pobre? Não entendi. E acho que mesmo se entendesse, não concordaria.” Foi uma situação constrangedora, a minhoquinha, quer dizer, a ovelha fofinha se sentiu ofendida e como é um animal não entendeu o trocadilho. Expliquei, fiz até a analogia com meu trocadilho das lendas e lêndeas, fui amável, ri, fiz de conta de que não tinha visto um lobo, mas ok.
O Febo daquele tempo era diferente do Febo de quando conheceu a fofinha, em janeiro de 2010. Naquele tempo, Febo usava um cabelo meio grandinho e a mesma barba de hoje, enfim, eu me assemelhava ao Bom Pastor, aparência gloriosa que não sustento mais, portanto, não serei o pastor dessa ovelha desgarradinha, não sei se vou querê-la nas atualizações da vida social.
Por supuesto, é legal ver a ovelha fofinha publicando no facebook porque é fofinho o conteúdo, é bonitinho, mas nem fazendinha a vaquinha, digo, fofinha joga. Ela está em paz na casa dela, cuidando do esmalte e da janta, sem ofender ninguém, mas eu acho que eu não sou fofo. Em tempo, acredito que a ovelha fofinha é uma ovelha negra, vou deletá-la, afinal talvez eu seja “racista”.
Rommel Werneck
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Casos de (Quase) Família
Raphael M. Zinsly,
7 de abril de 2012
Casos de (Quase) Família
Lembro como se fosse hoje, o dia em que a empresa faliu e eu perdi um amigo…
Geraldo e eu somos amigos de infância, mas eu sabia que um dia algo sairia errado. Ambos éramos apaixonados pela mesma mulher: Margareth. Seu nome era sinônimo de problema, ser casada com meu pai não ajudava muito. Eu a conheci antes de meu pai, ela era go go girl no clube que eu e Geraldo frequentávamos. Muito linda e muito jovem para meu pai, o ex coronel e atual secretário de turismo Osvaldo Mostarda.
Meu pai é mais um exemplo do que o dinheiro proporciona, ainda mais sendo ilícito. Dinheiro esse que tronou possível a mim, Carmélio Mostarda, comprar a franquia de uma rede americana de bares e abri-la no centro da cidade. Ideia que veio de Geraldo, agora meu sócio, que era economista e tinha muito mais talento para administrar do que eu.
A ideia deu muito certo, tínhamos uma ótima promoção durante o happy hour, a cidade inteira passava por lá após o trabalho. Quem não ficou muito satisfeito foi o dono do bar ao outro lado da rua, o senhor Marinho, que chegou a nos ameaçar depois do nosso grande sucesso. Não nos importamos, nós éramos a novidade e nós estávamos por cima. Junto com esse sucesso vieram os olhares de Margareth, tanto para mim quanto para o Geraldo, essa era uma mulher que sabia como jogar. Meu pai percebeu e começou a desconfiar se o feto que ela carregava era dele. A notícia que eu ganharia um irmão me pegou de surpresa, porém meu fascínio por ela era tanto que eu fugiria com ela e criaria ele como meu filho se ela assim quisesse.
Há um ditado que diz: “não faça negócios com um amigo”. O clima entre mim e o Geraldo estava cada vez mais tenso. Brigávamos por qualquer decisão que precisássemos tomar na empresa, mas no fundo sabíamos que o real motivo era a Margareth. Indiretamente criamos uma competição por ela, que sempre alimentava a briga bajulando a um ou a outro. Geraldo era um cara explosivo, parecido com meu pai, a qualquer momento nós partiríamos para a agressão física. O que me deixou muito apreensivo quando eu encontrei um revolver calibre 38 atrás da pia no banheiro dos fundos, eu já vi a mesma arma na casa dele. Tive medo de confrontá-lo, a bomba já estava armada e ela explodiu.
Fui ao bar depois do expediente, durante a madrugada com a intenção de pegar dinheiro para viajar. Uma das coisas que sempre deixavam Geraldo furioso era quando eu usava o dinheiro da empresa para gastos pessoais. Quando abri o cofre ele estava vazio, todo o dinheiro havia sumido. Somente os donos da empresa tinham a senha do cofre, portanto eu sabia quem pegou a grana. Fui ao banheiro para pegar a arma do Geraldo e ela não estava mais lá. Além de tudo ele estava armado, percebi que a porra ficou séria. Liguei para ele na mesma hora e o Geraldo atendeu com voz de bêbado, disse que estava dormindo e falaria comigo no outro dia. Eu reconheci o som ao fundo e fui ao encontro dele.
Era o clube onde Margareth trabalhou, encontrei meu sócio totalmente bêbado jogando dinheiro para as dançarinas. Segurei-o pelos braços e o joguei de costas contra uma mesa, sabia que ele estava armado e tinha que manter suas mãos sobre controle. Antes que eu pudesse confrontá-lo ele se desvencilhou e me acertou um soco na cara, então eu quebrei uma garrafa de cerveja em sua cabeça. Fui parar na delegacia, ele no hospital. O pior é que o Geraldo não fez nada. Havia sangue no chão do banheiro, sangue de Margareth. Ela menstruou durante o roubo que cometeu e foi ao banheiro se limpar, o que também prova que ela não estava grávida. Quem deu a senha do cofre para ela? Eu mesmo. Eu sempre peguei dinheiro da empresa e várias vezes abri o cofre na frente dela. O pior de tudo é que meu pai me culpa, tanto por eu perder a empresa quanto por ele ter perdido a vadia. Ele jurou que nunca mais iria me ajudar e hoje eu trabalho em um shopping fazendo hambúrgueres em uma multinacional de fast food.
Ah! E a arma atrás da pia não era do Geraldo, foi o Sr. Marinho que a colocou lá e ligou para os jornais avisando sobre ela. Ele quis criar um alvoroço para perdermos freguesia, acontece que os jornalistas avisaram o meu pai que foi lá e pegou a arma.
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Dilma X José Dirceu
Eduardo Rubião Ribeiro,
2 de novembro de 2011Conheça o canal da Dilma, uma paródia extraordinária sobre a presidente da república. Confira um vídeo onde a “presidenta” Dilma discute com José Dirceu. CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico Tags: corrupção, dilma rousseff, política, zé dirceu
Toba de Elite – Redublagem Tropa de Elite
Eduardo Rubião Ribeiro,
19 de agosto de 2011Sou grande fã de redublagens, uma das novas artes que se popularizou com a internet. Hoje é a vez de “Toba de Elite“, do grupo MYP, um dos maiores ícones organizados da redublagem. É de chorar de rir. Grande trabalho dos caras. (Dos mesmos autores da parodia com o Piratas do Caribe.) CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico Tags: redublagem, Vídeo
Fui MORDIDO por um gato
Eduardo Rubião Ribeiro,
3 de maio de 201105:30 da madrugada… Um barulho infernal no recinto da frente do quarto onde eu moro: Latidos eufóricos de três cadelas em fúria sedentas pela cabeça de um pobre felino, um gato, o gato do vizinho.
Com todo aquele escândalo acordando vizinhos, meus irmãos, astros do rock, poetas e mais metade da cidade, resolvi interromper meu belo sono para ajudar o bichano, preso em cima de um colchão, colocado de lado, neste recinto, sobre uma mesa. CONTINUE lendo…
Um dia de merda, literalmente (A história da Tragédia Marrom)
Eduardo Rubião Ribeiro,
22 de março de 2011Será usado nomes fictícios para narrar o fato.
O que você faria, se ao adentrar o banheiro do recinto em que freqüenta, houvesse detritos fecais nas paredes, no chão, na tampa do sanitário e no lavatório?
Era um dia normal em nosso recinto de trabalho, na Bit in the Shit, escola de informática a qual trabalho, havia a despedida de uma turma, após os dez meses de curso e sempre é um momento mais ou menos especial para todos, já que o contato freqüente após todo esse tempo não será mais possível.
O maior porco do mundo?
Eduardo Rubião Ribeiro,
27 de junho de 2010Entrando num blog sobre odontologia, me deparo com o seguinte título que sucede (obviamente) a matéria: “O maior porco do mundo usa colgate“, porém, entre o título e o conteúdo há uma propaganda que exibia a seguinte imagem de um determinado jogador de futebol… CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico Tags: inutilidade
Os sinais cronológicos (E a incursão na Parada Gay)
Eduardo Rubião Ribeiro,
7 de junho de 2010Artigo cômico. Este artigo é uma piada.
Aproveitando a Parada do orgulho LGBTKWYMST de São Paulo e todo o seu clima em prol do respeito à diversidade segue agora um artigo cômico sobre um fato relacionado. (Sem frescura, sem politicamente correto!)
23, 25 de maio, 6, 7 de junho de 2010
Aquele 23 de maio (domingo) foi incrível, passamos por uma aventura fantástica, eu e Helivélton, que mudou totalmente o curso de nossas vidas: Saímos (O típico “rolê”) para conversar e fomos parar involuntariamente (Que fique claro! huahua) dentro da parada gay de Itaquá. Mas, daí você se pergunta: “E daí, o que tem demais nisso?” Muita coisa. Brincando, defendemos a “macheza”, o “conservadorismo masculino”, e durante a semana nos foi avisado que isso aconteceria através de sinais, os “sinais semanais”. Contamos piadas machistas e fomos punidos pelo poder invisível.
Interpretando letras toscas (“Picolé de Cacharrel”)
Eduardo Rubião Ribeiro,
23 de maio de 2010Artigo cômico. Este artigo é uma piada.
21, 23 de maio de 2010
Muitas vezes estamos trabalhando ou tomando café com leite quando de repente ouvimos um carro passar na rua ao estridente som de algum “funk carioca” (ou outro gênero qualquer) muito alto com uma letra sem sentido…
Mas, será que a letra realmente não tinha sentido? O que motivou o artista, o poeta, o músico, o escritor, o homem… a produzi-la? Será que em seu apogeu criativo após uma ressaca ou uma depressão ele realmente escreveria algo sem um sentido aparente? CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico Tags: Escola Massacre, inutilidade, Picolé de cacharrel
Manual do pedestre (Como sobreviver nas ruas)
Eduardo Rubião Ribeiro,
14 de maio de 2010Artigo cômico. Este artigo é uma piada.
13, 14 de maio de 2010
Em nossa atual sociedade existem loucos, mau humorados, assassinos em série, delinqüentes, depravados, retardados… Certo? Mas, na hora da locomoção existem apenas dois tipos de pessoas: Motoristas e pedestres.
Porém, nossos “queridos” motoristas que trafegam pelas vias de nosso país, são, em sua maioria revoltados, estúpidos, mau educados, histéricos, sem qualquer princípio de civilidade. Sempre saem de carro após ter brigado com a mulher, levado uma bolada no olho, pelo filho do vizinho, após ser mordido por um cachorro, após ter levado uma vassourada da sogra e vão dirigir de extremo mau humor.
E os nossos “queridos” pedestres são insensatos, inocentes, e não tem a menor noção do perigo que um automóvel possa representar. Saem de casa absolutamente distraídos escutando o funk da motinha no mp3 que comprou na Sta. Ifigênia, não atravessam nas faixas e desafiam os carros para conseguir espaço no trecho em que pretendem atravessar. CONTINUE lendo…
A propaganda é a alma do negócio…
Eduardo Rubião Ribeiro,
13 de maio de 2010Assistam esse comercial e vejam como a “inovação” é importante para o declínio a ascensão de um empreendimento.
Fonte: Ñ.intendo
Como serei daqui a 20 anos?
Eduardo Rubião Ribeiro,
11 de maio de 2010Você eu não sei, daqui a 20 anos você provavelmente estará morto por algum acidente de carro, atropelamento, assassinato por engano, acidente com cães, queda de pontes, queda de uma cadeira com o pescoço numa peça de Lego, queda em bueiro, afogamento… Mas, se estiver vivo? Como será que você estaria?
Eu seria assim…
Os “alimentadores” de ego do Orkut
Eduardo Rubião Ribeiro,
25 de abril de 2010Você sabe o que são os “alimentadores de ego“?
Sabe sim! Imagine o seguinte, você está “deprê” porque brigou com o amizade colorida no MSN, daí você vai no banheiro da sua casa, ou na frente do portão e tira umas fotos muito “séquicis”, daí vem os alimentadores de ego subir seu astral, cateenha! CONTINUE lendo…
Conduta Profissional (As tripas do seu chefe)
Eduardo Rubião Ribeiro,
17 de abril de 2010Artigo cômico. Este artigo é uma piada.
16, 17 de abril de 2010
Trabalhar é um saco… Mas, é necessário. Crescemos! A inocência da infância, as brincadeiras sem pretensão, o menosprezo aos pequenos semelhantes, o cocô nas calças, a urina no muro do vizinho, o pirulito do amigo jogado na valeta, as constantes brigas com os irmãos, as surras dos pais, as voltas de bicicleta, a indiferença aos problemas, o lençol molhado pela manhã, as brigas na escola, o palavrão ao diretor, os saltos no muro escolar… Tudo isso ficou para trás, os tempos são outros, e o trabalho é necessário.

Você após o expediente
Tetas de nega
Eduardo Rubião Ribeiro,
16 de abril de 2010Que tal um par de tetas de nega?

Chocolate…
Público alvo da Casa do Maker
Eduardo Rubião Ribeiro,
29 de março de 2010Muitos chegam aos blogs da vida pelos buscadores… E olha como um chegou aqui…
Acertou viu, filho, está no lugar certo.
Categorias: Cômico, Tiras Tags: Cômico, Maica Peta, Tiras
“Lula” de mel (Conto)
Eduardo Rubião Ribeiro,
17 de março de 201017 de março de 2010
Meus caros, hoje vou lhes apresentar um conto cômico, baseado em um conto não publicado (entitulado “Lua de Mel”) escrito pela Dilayla, goiana, amiga minha, um conto um tanto vago, sem muito sentido, mas, resolvi parodiá-lo como fonte de inspiração…
“Lula” de mel
Categorias: Cômico, Literatura Tags: Literatura, Lula de Mel, sátira
Algumas piadas…
Eduardo Rubião Ribeiro,
15 de março de 2010E Maica Peta, nossa querida mascote irá protagonizar algumas piadinhas do tipo “Joãozinho”…
Na banheira com a vizinha… CONTINUE lendo…
Dollynho, o filme
Eduardo Rubião Ribeiro,
21 de fevereiro de 2010“Dollynho, o filme”
A verdadeira história do Dollynho
Conhecendo Dulcetéia
Eduardo Rubião Ribeiro,
16 de janeiro de 2010Eduardo Ribeiro, 16 de janeiro de 2010
Dulcetéia
Dulcetéia deixou o sertão da Bahia para conhecer “ursinho quente”, Eribélton, seu amante virtual na internet. Fugiu de casa com a cara, a coragem e o cofrinho de porco de sua mãe. Na viagem conheceu Tanero, um traficante paulista e juntos, os três vão formar o pior triângulo amoroso da história da literatura satírica.
Partes
Parte 1
Parte 2
Parte 3 (o grand finale)
Horóscopo da Casa do Maker
Eduardo Rubião Ribeiro,
Artigo cômico. Este artigo é uma piada.
15, 16 de janeiro de 2010
Quem não é um pouquinho supersticioso? Quem não quer acreditar em pelo menos um pouquinho de coisas legais para aumentar a confiança e auto-estima?
Horóscopo – Previsões para 2010

Áries
Áries – Áries é o representante dos cornos no signo do zodíaco. Se você tem um parceiro, tinha, se você não tem, não vai ter, pois, quem seria seu, agora é de outro. Se você é fazendeiro, será chifrado por um bode manso ao sair de casa para colher trigos no quintal. Se tornará alcoólatra e entrará num grupo de apoio para alcoólatras e cornos. CONTINUE lendo…
Categorias: Artigo, Cômico Tags: horóscopo, inutilidade
Dilastácia – Parte II
Eduardo Rubião Ribeiro,
29 de dezembro de 2009Eduardo Ribeiro, Itaquaquecetuba – SP, 29 de dezembro de 2009
História dedicada aos goianos Dilayla, Lorenna, Juliany e Bruno.

Educabulco, em Dilastácia
Dilastácia
Parte II
Capítulo 4 – Conhecendo os novos amigos (A confusão no restaurante)
— Então, não a está incomodando?
— Na verdade estava, mas, não estou mais, ninguém tem culpa dos meus problemas e só vim até Goiás para espairecer, é um retiro para apaziguar meus ânimos. Não posso caçar confusão aqui, perdoem-me.
— Está tudo bem, Educa, já está calminho depois do maracujá? CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico, Dilastácia, Literatura Tags: comédia, Dilastácia, drama
Dilastácia
Eduardo Rubião Ribeiro,
24 de dezembro de 2009Eduardo Ribeiro, Itaquaquecetuba – SP, 7, 25, 26 de outubro, 16 de novembro, 23, 24 de dezembro de 2009

Dilastácia
Dilastácia
Parte I
Capítulo 1 – União pelo contraste
Dilastácia era uma garota interiorana muito infeliz, morava em Anápolis no Estado de Goiás, num bairro onde a zona rural era evidente, estudava na “cidade”, onde saia de madrugada em cima de um burro enquanto comia maracujás colhidos junto ao pé na janela de seu quarto.
Seu maior sonho era se casar com um “príncipe” encantado, vivia em função disso, imaginava um goiano semi-cabeçudo vindo num cavalo branco buscando-a na escola, na frente de todos… Sabia que era praticamente impossível, em sua terra só havia burros ou jegues marrons, branco só cabrito, e ainda encardido, mas, ela se contentaria, desde que o “príncipe” não tivesse a cabeça muito pequena e tivesse pelo menos 18 dentes na boca. No fundo, era otimista. CONTINUE lendo…
Categorias: Cômico, Dilastácia, Literatura Tags: comédia, Dilastácia, drama
Uma homenagem ao grande João, o frango!
Eduardo Rubião Ribeiro,
15 de dezembro de 2009O chamaria de “João, o pinto“, mas, já estava adolescente, então, consideremo-nos de fato, um frango.
João, o Frango (*2009; †2009)
Recentemente João nos deixou, partiu para a além-vida, o após-consciência. João foi mais do que um simples frango amarelo que vivia num simples quintal, foi um exemplo de superação e vigor dentre os seres deste planeta. João é um mito, oriundo de lições deixadas por um mestre das penas que nos deixou brutalmente num acidente com uma bacia. Superou a morte várias vezes, venceu a fatal bacia em outras ocasiões, e em um episódio peculiar engoliu uma linha que enroscou em sua língua, sendo salvo por seus amigos admiradores.
Adeus João, uma parte de nós foi embora contigo.

João, o poeta das peripécias, o mago do pio, o mestre da amizade
João foi frango-amigo do meu grande parceiro Atila. Morreu brutalmente sufocado por uma bacia vermelha semanas atrás, uma grande perda, para todos nós. CONTINUE lendo…
Cléber Machado, o filósofo
Eduardo Rubião Ribeiro,
4 de dezembro de 2009Cléber Machado é um narrador esportivo da Globo, conhecido pela simplicidade e por seu estilo ingênuo, também é muito conhecido por seus dotes filosóficos.
Ednaldo Pereira, o “gênio” paraibano
Eduardo Rubião Ribeiro,
27 de novembro de 2009Postagem dedicada à minha amiga paraibana “Lalia“
Olá, meus caros, para os que não o conhecem, apresento-lhes: Ednaldo Pereira, considerado por alguns como uma grande “promessa” da música popular do Brasil, por muitos como o “gênio” da música nordestina, o excepcional carismático, músico, cantor e compositor.
Categorias: Cômico, Notícias Tags: Cômico, ednaldo pereira, música


Será que era a mãe dele?
O que importa é estudar, né Maicão?
