Artigos para a revista

Eduardo Rubião Ribeiro, 18 de maio de 2012

A revista digital da Casa de Lápis está em desenvolvimento e você pode ter seu artigo publicado nela, fique atento.

Pense numa idéia, se influencie sobre algum tema do cotidiano. Não precisa ser especificamente literário. Pode ser uma crônica, artigo, matéria sobre qualquer assunto.

Abra o Word e construa seu artigo calmamente, pesquise fontes de informação sobre o assunto. Esboce o conteúdo e vá melhorando sem pressa.

Faça uma breve correção para não deixar passar nenhum erro grave de grafia. Nós corrigiremos na revista também.

O meu artigo, inédito, e cômico a ser publicado na revista é 35 passos para conquistar uma garota comunista, uma sátira ao comportamento dos jovens esquerdistas brasileiros com seus “argumentos” apelativos e clichês.

Não deixe de vistar nosso grupo no Facebook, nossa página no Facebook e nosso perfil no Twitter para se informar melhor.

Qualquer dúvida pode entrar em contato diretamente comigo pelo link acima “Contato”.

1980
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Eduardo Rubião Ribeiro

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Escreve em meio aos devaneios do ócio ao som de músicas folclóricas e muito café com leite. Aprendiz de criativo. Ou não. Amante da literatura infanto-juvenil, é autor de diversos contos e romances publicados online, dentre os quais, de maior destaque estão as histórias de Dilastácia e Dulcetéia, inclusive com publicação em livro pelo Clube de Autores. Criador do místico personagem Maica Peta. Escreve de Itaquaquecetuba. (De Suzano- SP, 1989)


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Além do Fim – Capítulo XI

Raphael M. Zinsly, 17 de maio de 2012

Capítulo XI: Trovoadas

Lufus ainda pensava no que acontecera enquanto estava entre os humanos, não percebeu que algo nas trevas estava diferente.

Jasira se aproxima dele.

- O que está acontecendo? – Pergunta.

- Com quem? – Ele responde sem olhá-la.

- Com todos.

- Hã?

- Olhe a sua volta, tem algo errado. CONTINUE lendo…

1977
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Rosa, minha rosa

Renato Reis, 16 de maio de 2012

 

Não digas que é loucura ver-te, ainda,
com os olhos da alma – e enamorado.
Nem que contemplar-te assim é errado.
Porque em meus olhos continuas linda!

Dirás: “Toda beleza um dia finda.”
A tua inda está na flor da idade.
E, em meus olhos, sempre estará. Verdade,
Pergunte a eles – és a mais bem-vinda!

Não deixes que os longos anos da vida,
Te façam crer que perdeste a beleza.
E leves sempre contigo a certeza:
A rosa mais bela é a amadurecida.

(Arcanjo de Oliveira)

1974
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Renato Reis

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BELEZA

Rommel Werneck,

 

 

Philippe de Champaigne (1602–1674)
Still-Life with a Skull, vanitas painting.

 

Pétalas belas, pluma bem brilhante,
Brisa tu és, sublime bruma amante,
Que me bebe no abraço brutamente…

Braços abertos, brunos paraísos,
Pelas vagas dos beijos imprecisos,
Pelo bravo brasão palidamente…

Pétalas murcham, plumas caem tortas…

Braços flácidos ficam, brumas mortas…

 Rommel Werneck

Meu primeiro indriso (2009)

 

1962
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Rommel Werneck

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Rommel Werneck (São Caetano do Sul/ SP, 1987-) é fundador e diretor do Poesia Retrô, www.poesiaretro.blogspot.com , grupo de revivalismo literário, com Gabriel Rübinger. Expôs suas obras e palestrou em 2003 no Instituto Pão de Açúcar. Venceu concursos literários. Reside em São Paulo onde realizou saraus em 2010. Graduado em licenciatura plena em Letras (Português/ Inglês) pela UniPaulistana (2009) e formado em Desenhista de Moda e Vestuário pela ETE José Rocha Mendes (2006). Atualmente, dirige também o Picnic Vitoriano São Paulo, grupo de Living History e o blog 'Stamos Kilts!. Estuda latim, arte sacra e mitologia. Seu primeiro livro solo está em projeto.


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Um Anônimo – Parte 9 – Final

Erick Decon, 11 de maio de 2012

 

– O que está fazendo, Kai?
– Meditando – disse o Anônimo de olhos fechados – Você não acha esse cheiro repugnante?
– Acho, mas tudo bem. – falou Hasnah fechando a porta da cela atrás de si – Chegaram os últimos dois reis, de Nove-Delfine e de Damascus. O Conselho das Terras Secas vai se reunir provavelmente amanhã.
– Isso é ótimo – sorriu ainda de olhos fechados – Quer aprender a meditar?
– Claro! – sentou-se à frente dele, imitando sua posição – Devo fechar os olhos?
– Feche os olhos, vou te dizer o que fazer. Respire fundo e deixe o caos se instaurar na sua mente, deixe os pensamentos fluírem como quiserem, até os ruins.
– Acho que consegui, não é muito confortável.
– Agora observe esses pensamentos como se estivesse olhando peixes em um lago, os deixe nadar enquanto você se afasta e emerge desse lago. Você não pode mais senti-los, mas ainda pode vê-los. Pense na qualidade desses pensamentos, quais deles estão apenas poluindo sua mente? Quais deles não lhe servem para nada de bom?
– Alguns…
– Agora, elimine os pensamentos inúteis e concentre-se apenas nos úteis e bons, sinta o controle da sua mente, seu domínio absoluto sobre você mesma, senhora de seu destino.
– Isso é bom e agora? – ouviu um abrir e fechar de uma porta de ferro e virou para trás
– Agora, fique meditando até virem te buscar – falou o anônimo do lado de fora, trancando a cela – Sinto muito, mas a hora chegou. Se servir de consolo, prometo que não passará nem um dia aqui.
– Eu devia ter imaginado – levantou-se e foi até a grade da cela – Não vou guardar rancor de você, Kai, mas ficar presa numa cela não fazia parte dos meus planos para hoje.
– Obrigado por estar aqui. Se eu nunca voltar a te ver, quero que saiba que isso poderia ter dado certo em outra vida.
CONTINUE lendo…

1947
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Mantem seu blog, Decon Space e escreve o que acha que deve. "Quando há um problema, eu resolvo. Quando não há um problema, eu resolvo."


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OS LÁBIOS DO VENENO

Rommel Werneck,

 Füssli, Johann Heinrich Romeo am Totenbett der Julia (1809)

“O churl! drunk all, and left no friendly drop to help me after?
I willkiss thy lips.
Haply some poison yet doth hang on them to make me die with a restorative. [Kisses him.]”

The Tragedy of  Romeo and Juliet. Shakespeare. Act V. Scene III

 

Jazia embalsamado o bom Romeu
Guardando nos seus lábios um veneno
Que no sabor fortíssimo e sereno
Foi-lhe tirado o mundo que era seu.

 

A dama Capuleto, em amor pleno,
Despertando, uma morte percebeu.
Entonces, ao punhal vil recorreu
Eternizando a dor no sangue ameno.

 

Mas, antes, contemplou bem Capuleto
O seu virgem mancebo lá deitado
Sobre o tão tenebroso e gris sepulcro.

 

Àquele resplandente rapaz pulcro,
Tomou dos lábios lúgubres do amado
O beijo como lânguido amuleto!

1959
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E se tivessemos uma revista? A revista da Casa de Lápis

Eduardo Rubião Ribeiro,

Temos especulado sobre a possibilidade da criação de uma revista, o que ajudaria a catapultar as visitas e tornar mais atrativa nossa comunidade. Veja como ficou a capa promocional.

1956
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Escreve em meio aos devaneios do ócio ao som de músicas folclóricas e muito café com leite. Aprendiz de criativo. Ou não. Amante da literatura infanto-juvenil, é autor de diversos contos e romances publicados online, dentre os quais, de maior destaque estão as histórias de Dilastácia e Dulcetéia, inclusive com publicação em livro pelo Clube de Autores. Criador do místico personagem Maica Peta. Escreve de Itaquaquecetuba. (De Suzano- SP, 1989)


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Além do Fim – Capítulo X

Raphael M. Zinsly, 10 de maio de 2012

Capítulo X: Encontro

- Está mais calmo por aqui.

- Chegamos mais tarde hoje. – Disse Lufus.

Ele e Jasira atravessaram o portal e agora estavam na terra dos humanos. Usaram o mesmo portal que entraram na última vez e saíram no mesmo beco.

- Espero que esteja fácil encontrar pessoas. – Jasira se dirigia ao fim do beco.

- Podemos invadir alguma casa. – Sugere Lufus.

- Porque eu não pensei nisso?

Passavam alguns carros pela rua em frente, não havia ninguém andando.

- Vou voar e procurar alguém, ou parar um carro. – Jasira deu as costas para ele.

- Logo alguém aparece.

Ela levantou vôo e saiu. CONTINUE lendo…

1945
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Fórum da Casa de Lápis

Eduardo Rubião Ribeiro, 8 de maio de 2012

Na parte superior do nosso blog, nós temos uma comunidade, um fórum, para integrar os membros desse grupo literário, para troca de informação, experiência, idéias, entre outros.

Não deixe de participar, algumas vezes acabamos discutindo o tema no sub-fórum da Casa do Maker, Literatura e Arte, mas, a idéia é que usemos nosso próprio fórum daqui.

É só clicar em Fórum, na parte superior e participar. A única regra é o bom senso.

Confira as novas postagens:

Entrevista com os autores e Como seria um encontro literário Casa de Lápis?

Participem!

1943
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Uma nova autora, Jéssica Félix

Eduardo Rubião Ribeiro,

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Escreve em meio aos devaneios do ócio ao som de músicas folclóricas e muito café com leite. Aprendiz de criativo. Ou não. Amante da literatura infanto-juvenil, é autor de diversos contos e romances publicados online, dentre os quais, de maior destaque estão as histórias de Dilastácia e Dulcetéia, inclusive com publicação em livro pelo Clube de Autores. Criador do místico personagem Maica Peta. Escreve de Itaquaquecetuba. (De Suzano- SP, 1989)


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Tragédia da Comédia: Capitulo 1 – The Memory Remains

Jéssica Félix,

Esse é o meio-começo da historia de Adna, que sendo bem honesta, é uma pessoa totalmente azarada nos relacionamentos.

 

Oque agente consegue ver do fundo do buraco? Você poderia olhar a luz lá em cima, buscar uma saída…ou poderia apreciar o buraco e aprender mais sobre fundações.Não se trata de permanecer na situação , mas extrair o máximo dela para não ter que voltar para lá mais tarde, e na próxima num buraco mais fundo. E foi isso que Adna tentou pensar. Foi assim que agiu com Basílio, uma “coisa” que apareceu um dia ai e depois de muito tempo voltou das entranhas das madrugadas das redes sociais.

De inicio era mais um pamonha de milho verde ai, com a mesma conversa doce de sempre. Oque ele tem demais? Era amigo de um ex namorado dela. Tinha péssimos antecedentes que o ex namorado sempre contava..Mas falava tudo que ela gostava de ouvir. Então,porquê não tentar?

Eis que uma semana depois do inicio do contato ,Basílio volta com a namorada.

“Bom, isso é sinal de que não tem nada” pensava Adna. Mas Basílio continuava a conversar, a abrir o coração, e vocês sabem que por mais firme que uma moça seja, ela vai ter um momento de “mulherzinha” frágil,né? E ai a merda está feita.

Adna pensava nele o dia inteiro, ficava lembrando das coisas que ele falava. Além disso, Basílio lembrava  ex-namorado dela, e isso a deixava bem feliz, porque tinha encontrado alguém com as qualidades que ela apreciava sem o defeito do ex, pelo qual ela teve que terminar o namoro..mas isso eu conto outro dia.

Enfim, a coisa entre eles estava cada vez mais linda, mais fofa, mais cheia de “meu amor” e “Minha coisa fofa” “pensei em você o dia todo”. E a namorada dele continuava lá,cada vez menos votada, indo para as paradas da madrugada no radinho dos sentimentos dele.Era a Adna nas paradas de sucesso. Ele até comentava de terminar com a namorada para ficar com Anda. Lindo,né? Mas agente sabe que isso não existe.

Adna percebia que não importasse o quanto ele falasse, continuava com a namorada dele. E veja bem, não estava vantajoso para Adna: ela ouvia as reclamações, a “outra” ficava com ele; a outra brigava com ele, mas não era a Anda q ele ia buscar no trabalho tarde da noite. Oque fazer? Fácil! Basta partir os sentimentozinhos dele com um “Dirty Boxing” escrito. Do jeito que começa, do jeito que termina. E no final das contas, quem ficaria com o cara de inclinações para a bigamia não seria ela.

É, mais e quem vai ficar falando coisas doces para Adna agora? Ai meu Deus! Quem poderá nos salvar? E como isso não é novela, não apareceu um galã na participação especial para salva-la. E qualquer musica daquelas que ele mandava para ela, quando tocadas seja lá onde, já faziam Anda desabar um pouquinho para o buraco. Mas o buraco não era tão ruim assim, tinha até internet lá no fundo.

Um belo dia ela cansou disso, saiu andando por ai …e foi para o capitulo 2 dessa bagunça.

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Em busca da graduação em conhecimentos aleatórios, sigo lendo, passeando, namorando, ouvindo, perguntando, rindo..enfim, abusando da sorte.


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Inauguração da seção de eBooks

Eduardo Rubião Ribeiro, 7 de maio de 2012

Com toda a tecnologia que dispusemos hoje, uma das mais comentadas é o livro virtual, o famoso eBook.

Depois de um bom tempo de planejamento, a seção de eBooks da Casa de Lápis finalmente está pronta com a publicação de três obras, dois contos e um romance em formato PDF, que você pode levar para qualquer lugar, facilitando a leitura, inclusive no computador.

São elas: Um Caso para Camel, Margareth, a prostituta e Dilastácia e o forasteiro maluco. Um breve mais obras serão publicadas.

A idéia é que as obras, ao serem concluídas, sejam expostas de forma organizada e completa como um eBook para você poder baixar e colecionar as obras publicadas na Casa de Lápis dos mais diversos autores. Clique aqui para conhecer a seção de eBooks.

 

Um caso para Camel

Título Um Caso para Camel
Autor Erick Decon
Ano 2012
Páginas 9 (A4)
Formato PDF
Gênero Conto
Sinopse Um detetive descobre que não está mais seguro após receber um bilhete.

DOWNLOAD GRATUITO


Não deixe de baixar as obras e publique a sua também, apenas entre em contato conosco e exporemos sua obra aqui também.

Um grande abraço.

1931
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Quantos tapa-olhos você quer?

Jéssica Félix, 5 de maio de 2012

Quantos tapa-olhos você quer? Um ou dois?

Pela boa definição, tapa-olho é aquele pedaço de pano que conferia charme aos piratas e a Elle Driver
( loirona caolha do filme Kill Bill). Infelizmente, tem mais gente por ai usando tapa-olho do que agente
imagina. Usa o tapa-olho social e político e/ou religioso.

Vamos começar pela política, o assunto preferido dos noticiários. Pergunte ”Qual a sua opinião sobre
o cenário político no Brasil da atualidade? ” e prepare-se para ouvir “ Eu não me interesso por política
porque é tudo roubalheira” . Parabéns! Estais diante de um caolho.

Acompanhe o gráfico: Tivemos formação econômica de exportação de matérias primas para potencias
já industrializadas. Em troca, recebemos produtos industrializados. Mais tarde, mudamos de posição (ui!
): abrigamos as amadas multinacionais em nosso “patropi”. Trouxeram a tecnologia deles, as maquinas
deles, nos dão um salário, mandam todo o lucro para suas sedes no exterior e reclamam que fecharam
no vermelho, e que não tem subsidio para crescer… Toca o Governo ir pedir din-din lá fora (JK não me
deixa mentir). Mas veja que coisa… É nosso din-din, mas revestido de impostos pelo empréstimo. E
quem cresce? A dívida externa.

CONTINUE lendo…

1920
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3 EM 1

Rommel Werneck,

 

The Three Graces, by Peter Paul Rubens. Museu do Prado

 

Eis que anunciei no meu facebook a desastrosa e retrógrada situação daquela tarde de inverno: iria vestir minha camisa renascentista de rufo branco já que não tinha encontrado nenhuma e se alguém me perguntasse sobre o porquê da roupa, diria que eu era um Quaker. Saí de casa e dobrei o rufo de modo que a gola rendada sobre o casaco preto montou um traje barroco. Estive nos lugares que precisei ir e uma situação barroca aconteceu! Um milagre reconstrucionista de São Rommel!

Estou lá passando pela principal rua do Ipiranga e a maior loja de esportes tem uma folha de sulfite grudada no muro com os seguintes dizeres: “A loja Momentos Esporte está contratando 03 vendedor [aí vinham as virtudes como experiência, dinamismo, força de vontade etc etc etc e descarga] e 02 algum cargo” [também no singular juntamente com uma lista de virtudes.

Fico pensando o como a vida nos prega surpresas, nada mais piedoso do que eu vestido tal como um Gregório de Mattos sem querer pelo simples intermédio divino de não achar uma camisa melhor, ver esta cena de prece, de milagre, de oração na Momentos Esporte. “03 vendedor” só pode (e há de ser) uma invocação à Santíssima Trindade (três pessoas em um só deus)! Isso! A Momentos Esporte está contratando Deus, por isso a vaga está no singular e possui uma longa ladainha de atributos para preenchê-la.

Veja, eu sou totalmente contrário a preconceito, principalmente o linguístico. De fato, prefiro crer que a Momentos esteja fazendo uma prece, bonita homenagem a Deus, isto sim é um caso de silepse de número, 3 pessoas em 1 só, por isso o substantivo pode concordar com 3 ou 1, daí não é erro usar “vendedor”, isto mesmo, no singular! Prefiro acreditar que a vaga só pode ser direcionada à SS Trindade do que julgar gramaticalmente como um erro. Não é erro, pois já expliquei a quem a vaga é destinada. Além do mais, os atributos, virtudes e requisitos para preenchê-la somente Javé, Jesus e o Espírito Santo poderiam ter. E se for erro mesmo? Erro? Sim, poderia ser erro de concordância, mas se é erro, não é pecado, o que torna o erro santíssimo porque se refere a Deus ou você, nobre leitor, acaso acha que alguém aqui da Terra poderia preencher a vaga, poderia? Acredita mesmo que todos nós possuímos as mesmas virtudes de Deus e ou do dono da bodega? Eu, hein!

E se não fosse a Trindade, se não fosse Deus, mas a Deusa?! Sim, seu Amando, dono da Momentos Esportes, homem infalível em assuntos de cultura, doutor, erudito, clássico, fiel conhecedor da língua portuguesa deve sim ter se referido à deusa. Deusa, sim! Aquela da concha, a Vênus com suas três servas, as três graças.

Uma vendedora lá a jorrar flores aos clientes vivendo de amor, de motivação, de dinamismo, enfim de brisa! E o mesmo com as outras graças. Uma ficaria responsável por esses atributos de igreja, a outra poderia fazer a dinâmica de grupo (pra quem não sabe o que é isso é tipo uma brincadeira estranha só para gastar tempo, parece aqueles vídeos de igreja neopentecostal tirando o demônio da pessoa). A última graça poderia ficar responsável pela, deixa eu ver, ah pelas vendas e pela seleção de pessoal, ué, que foi? Alguma graça precisa fazer o serviço de graça, escrever na tabuleta uma silepse (ou erro mesmo! E dos grandes!) o que gera muita graça!

Chega um momento da vida que você cansa, vê o anúncio desses e sente um misto barroco. É estado de graça ver a piedosa manifestação cristã. Todavia, ao invés de contemplar essa manifestação erudita de fé do seu Amando e, inclusive lhe contando  isto numa crônica ao leitor, talvez fosse mais gracioso estar compondo uns versos, escrever um tratado de metrificação, algum livro de ortografia, lecionar aulas particulares de concordância nominal…

 

ROMMEL WERNECK

1917
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Categorias: Cômico   Tags:

Além do fim – Capítulo IX

Raphael M. Zinsly, 4 de maio de 2012

Capítulo IX: Chapéus e Sombras

 

Joshua estava parado em frente a uma loja de música observando os instrumentos.

- Parecem bons. – Diz um homem.

Ao se virar Joshua se depara com Cian.

- E caros. – Responde Joshua. CONTINUE lendo…

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Categorias: Além do Fim, Literatura   Tags: , , , , , , ,

Um Anônimo – Parte 8

Erick Decon,

 

Estava claro, tinha conseguido dormir mas o Anônimo ainda pensava na garota. Mesmo com a escuridão, começou a lembrar-se de suas características, devia ter seus 20 anos, ainda não tinha as marcas de expressão da vida e nem as mãos calejadas do trabalho pesado, muito menos o bom senso de não suturar um assassino. Pensou em como as coisas poderiam ter sido diferentes se nunca tivesse concordado em fazer parte da Irmandade, talvez viveria como um camponês, colhendo trigo e criando animais, uma vida tranquila com uma garota como ela que em seus pensamentos era ela, com seus cabelos e olhos negros e pele macia e pálida, como de uma princesa.

Um estalo lhe veio a mente, e se a garota fosse filha do rei? Enviada apenas para recolher informações que seriam usadas contra ele no dito conselho? Era uma possibilidade que ele não poderia riscar, todos eram seus inimigos agora, agora que estava “preso em uma gaiola” ouviu essas palavras atrás de si, se virou para encontrar um homem de roupas brancas e capuz do lado de fora da cela.
CONTINUE lendo…

1910
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Categorias: Literatura, Um anônimo   Tags:

Senhora

Renato Reis, 2 de maio de 2012

 

Não quero que me veja neste estado.
Senhora,
A partida me partira em dois.
Vá embora!
Ao menos permita-me esconder-te,
por agora,
o antes,
do depois.

(Arcanjo de Oliveira)

1906
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Renato Reis

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Um Anônimo – Parte 7

Erick Decon, 27 de abril de 2012

 

Despertou no escuro das masmorras do castelo. Estava molhado de suor, sentindo frio e náuseas. Haviam enrolado bandagens sobre seus ferimentos, mas nada mais e ele precisava de pontos. Enquanto jazia inconsciente, delirou com sua infância, quando era um garoto órfão, largado a própria sorte aos 13 anos. Viu novamente seus pais sendo assassinados em Konia na campanha expansionista de Jakinar pelas Terras Úmidas e lembrou dos dias que seu mestre o visitava debaixo da ponte e tentava convence-lo a unir-se à Irmandade.

Tentava voltar a si, se concentrava na textura da palha seca, precisava permanecer nesse mundo. Sentiu a ponta das unhas, precisava corta-las, as unhas quebradas continuavam assim, mas não haviam infeccionado apesar de não tê-las protegido com nada. Ouviu passos no corredor, eram passos leves, quando eles pararam na frente de sua cela, olhou para cima em sua posição torta, uma mulher trazia uma incandescente tocha que iluminava seu rosto pálido e uma bolsa na outra mão.
CONTINUE lendo…

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Além do Fim – Capítulo VIII

Raphael M. Zinsly, 26 de abril de 2012

Capítulo VIII: Volta às Trevas

- Sentem-se. – Com um movimento de mão o círculo que havia na mesa de Seth desaparece.

Lufus e Jasira se sentam nas cadeiras em frente a Seth.

- Vejo que se adaptaram bem e que você Lufus, teve problemas.

- Conheci os tais guardiões.

- Você me pareceu bem prepotente. CONTINUE lendo…

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Não fossem os detalhes da vida

Renato Reis, 25 de abril de 2012

 

Linda senhora, dos olhos lindos.
Perdoe-me pela incapacidade,
que, impiedosa, o meu peito invade,
de fazer por sua companhia merecer.

Eu, que como tratar-te ainda estudo aprender,
faço que falo, mas só finjo que faço.
Procuro nas pausas um certo espaço.
Mas perco a partida e perco o compasso.

Perdoe-me, senhora, mas perdoe entendendo,
que se não faço jus à honra da companhia,
é em meu peito que mais a dor se faz ardendo.

Não fosse a solidão que ainda me atrai,
não fosse a mania do medo do que chega e sai,
Garanto, senhora, que seu de mim eu faria.

(Tenório Dantas)

1891
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Renato Reis

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Categorias: Poesia   Tags:

Um Anônimo – Parte 6

Erick Decon, 20 de abril de 2012

 

Acordou no escuro, havia um saco de pano sobre sua cabeça, suas mãos pareciam amarradas com uma corda, assim como seus tornozelos. Sentia o balançar de uma carroça, sua cabeça latejava e o espaço em que estava era pequeno, tinham dobrado seus joelhos para caber por completo.

Tinham-lhe amarrado com as mãos nas costas, desconhecia esse modo de agir, se fosse sua Ordem, já estaria morto e não preso no baú de uma carroça. Mas voltou seus pensamentos para a fuga e começou a tentar se desvencilhar do nó. Tinha conhecimentos em escapar de cordas, mas aquele nó foi especialmente bem dado, foi então que a carroça parou. Fingiria estar desacordado e tentaria escapar no trajeto de seja lá aonde o estejam levando.
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1885
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Mantem seu blog, Decon Space e escreve o que acha que deve. "Quando há um problema, eu resolvo. Quando não há um problema, eu resolvo."


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Categorias: Literatura, Um anônimo   Tags:

Um Flerte com a Morte

Raphael M. Zinsly, 19 de abril de 2012

Um Flerte com a Morte

Dizem que todo mundo tem um sonho. Não sei quanto aos outros, mas eu sempre tive um bem simples: matar alguém. Não, eu não sou violento, não sou desses caras que brigam ou batem boca com os outros. Devo confessar que sou um pouco estressado sim, mas isso é culpa do meu trabalho, sou controlador de voo. É uma profissão que exige muito raciocínio rápido e controle emocional, fora que com o número cada vez maior de aeronaves trafegando pelos aeroportos a cada dia a tensão aumenta. Há uma brincadeira entre nós controladores que para esse emprego a pessoa precisa de desprezo por coisas materiais, pela família e por si mesmo, além de ter telepatia e nervos de aço. Todo mundo sabe que toda brincadeira tem um fundo de verdade. CONTINUE lendo…

1879
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Raphael M. Zinsly

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Categorias: Literatura   Tags: , , , , , ,

PLUMBUM

Rommel Werneck, 18 de abril de 2012

 

Bala de chumbo matou minha namorada
Remorso plúmbeo eu sinto (ela estava na minha frente e nada fiz pra salvá-la)
Mas sem problemas, eu vou tomar um chumbinho pra aliviar.

 

Rommel Werneck

1877
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Rommel Werneck

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Rommel Werneck (São Caetano do Sul/ SP, 1987-) é fundador e diretor do Poesia Retrô, www.poesiaretro.blogspot.com , grupo de revivalismo literário, com Gabriel Rübinger. Expôs suas obras e palestrou em 2003 no Instituto Pão de Açúcar. Venceu concursos literários. Reside em São Paulo onde realizou saraus em 2010. Graduado em licenciatura plena em Letras (Português/ Inglês) pela UniPaulistana (2009) e formado em Desenhista de Moda e Vestuário pela ETE José Rocha Mendes (2006). Atualmente, dirige também o Picnic Vitoriano São Paulo, grupo de Living History e o blog 'Stamos Kilts!. Estuda latim, arte sacra e mitologia. Seu primeiro livro solo está em projeto.


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Categorias: Poesia   Tags:

Marília, ou como me deixei voltando a ti

Renato Reis, 17 de abril de 2012

 

Coração incoerente este meu,
que no caminho do começo ao fim
dura achar um meio;
mas quando no meio enfim,
retorna sem freio -
recomeçando assim,
por de onde ele veio.

(Tomás Bragança)

1875
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Renato Reis

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Categorias: Poesia   Tags:

Histórias Perdidas e Porquê Ebook

Erick Decon, 16 de abril de 2012

Venho com muito prazer informar-lhes que lancei um ebook de contos. E ele só vai custar 1,99.

Eu já paguei muito mais de 1,99 por produtos da leadership que são uma merda. Aliás, já paguei muito mais do que isso em livros físicos que eu não gostei. Esse talvez seja o maior problema dos livros físicos, são caros por você ter que pagar pelo papel e à editora, com seus diagramadores e designers e as migalhas sobram para o pobre autor.

CONTINUE lendo…

1869
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2 comentários - O que você acha?  Postado por Erick Decon - às 15:23

Categorias: Artigo   Tags: , , , ,

REPRODUÇÃO ASSEXUADA

Rommel Werneck, 14 de abril de 2012

 

                                                                                                                   FLICKR da imagem

 

    Estávamos num onipotente edifício revestido de branco e de espelhos. Apresentava vários tons do branco lutuoso, desde o mais puro e pálido até o mais escuro próximo de chumbo. O prédio tinha placas de metais, tinha vários espelhos nas paredes, eram paredes todas espelhadas. Creio que externamente também deveria ser revestido de espelhos e de tons de branco além de ser talvez o maior da rua porque olhava para seu teto e não havia fim, havia nevasca caindo sobre mim e uma neblina cobrindo o topo cinzento.    Internamente além da grande gama de branco e das paredes espelhadas, havia um grande salão, um hall, uma recepção contendo uma fonte bela ao centro. Eu estava numa sacada defronte à entrada principal e ao monumento de águas.

 

Lucerna vestia um longo vestido branco de rendas cujo corpo era bem justo e coberto de babados e volumes. Ela estava parada de costas para mim, num espaço entre a fonte e a porta principal. Da sacada eu gritava por seu nome em vão e o apenas o eco tinha piedade de mim. De repente, ela se virou, veio rumo à fonte e me acenou. Eu, extremamente ansioso, planejei ir até ela que já se banhava nas águas se despindo e clamando por mim e acenando.  Quando me preparei para pular do alto da sacada para cair na fonte, que, aliás, estava maior que antes, vi um rapaz vindo em minha direção que me chamava e me acenava. Mas oh! Que terror! Ele não fazia sinais para mim, apenas respondia pela bela jovem que lhe clamava na fonte, ou seja, minha tenra donzela Lucerna. Ele saltou rapidamente e ali na fonte os dois se extasiaram de lava luxuriosa. CONTINUE lendo…

1862
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Rommel Werneck

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Rommel Werneck (São Caetano do Sul/ SP, 1987-) é fundador e diretor do Poesia Retrô, www.poesiaretro.blogspot.com , grupo de revivalismo literário, com Gabriel Rübinger. Expôs suas obras e palestrou em 2003 no Instituto Pão de Açúcar. Venceu concursos literários. Reside em São Paulo onde realizou saraus em 2010. Graduado em licenciatura plena em Letras (Português/ Inglês) pela UniPaulistana (2009) e formado em Desenhista de Moda e Vestuário pela ETE José Rocha Mendes (2006). Atualmente, dirige também o Picnic Vitoriano São Paulo, grupo de Living History e o blog 'Stamos Kilts!. Estuda latim, arte sacra e mitologia. Seu primeiro livro solo está em projeto.


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Categorias: Literatura   Tags:

Um Anônimo – Parte 5

Erick Decon, 13 de abril de 2012

 

Hakim e Jullius conversaram por mais um tempo, depois de terminarem de jantar. Jullius chamou algumas mulheres para dançarem para eles e ali ficaram bebendo e fumando com tudo do melhor que aquelas terras secas poderiam oferecer. Já era por volta da meia-noite quando o anônimo se despediu e voltou ao seu quarto.

Pegou sua bolsa pequena com os itens que tinha separado, o sangue tinha sumido, fazia parte de seu tratamento especial naquele lugar. Por fim pulou na mesa, com a tira de couro de sua bolsa atravessando o peito, abriu a janela e a atravessou.
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Entrevista com Erick Decon, o vencedor do concurso de redação

Eduardo Rubião Ribeiro, 12 de abril de 2012

Erick “Decon” Soubihe é paulistano, tem 19 anos e é um aspirante a grande escritor de romance policial.

Decon é o vencedor do 1º concurso de Redação da Casa de Lápis, com sua obra Um Caso para Camel, seu estilo são histórias policiais, como fora demonstrado em sua obra com maestria. Decon derrotou a mim, com Margareth, a prostituta, seu amigo Renato Reis com Egos, e Raphael Zinsly com sua obra Um Caso de (Quase) Família.

Pessoalmente Decon é um amigo de longa data, parceiro desde a Casa do Maker, onde o conheci. É um rapaz calmo e analítico, o que influencia completamente em sua obra. Erick cursou psicologia e desistiu do curso para iniciar seus estudos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Erick e eu, em 2008 no parque do Piqueri, no Tatuapé, onde ele aparentemente já previa sua vitória.

Abaixo segue uma entrevista com o grande vencedor do concurso de redação da Casa de Lápis na categoria Desafio de Conto.

Erick, você tem uma mente análitica, tem boa imaginação para escrever conto policial, diria até que é nossa Agatha Christie. Você pretende seguir carreira literária ou escrever por passatempos, qual a sua relação com a literatura? Pretendo continuar pelo caminho literário, é uma coisa que eu descobri que gosto de fazer e parece que eu levo jeito para a coisa, então vou seguir por esse caminho, tentando me aprimorar sempre. Eu lia desde que eu aprendi a ler e sempre achei uma ótima ferramenta para transportar informação, meu blog é prova disso. CONTINUE lendo…

1846
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Eduardo Rubião Ribeiro

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Escreve em meio aos devaneios do ócio ao som de músicas folclóricas e muito café com leite. Aprendiz de criativo. Ou não. Amante da literatura infanto-juvenil, é autor de diversos contos e romances publicados online, dentre os quais, de maior destaque estão as histórias de Dilastácia e Dulcetéia, inclusive com publicação em livro pelo Clube de Autores. Criador do místico personagem Maica Peta. Escreve de Itaquaquecetuba. (De Suzano- SP, 1989)


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Além do Fim – Capítulo VII

Raphael M. Zinsly,

Capítulo VII: Guardiões

Joshua e Dédalos caminhavam madrugada adentro. Ultimamente os guardiões tinham noites longas, os demônios estavam aparecendo muito e era preocupante. Ambos tinham a impressão de que a noite de hoje não acabaria tão cedo. E estavam certos.

Já não havia muitas pessoas nas ruas.
Os dois guardiões encontram um homem deitado no chão. Um demônio estava agachado sobre ele com a palma da mão em seu peito, estava roubando sua alma.
- Droga. – Joshua reclama enquanto saca um de seus revólveres.
O demônio levanta a cabeça para olhar os dois. Dédalos empunha seu facão e o demônio escapa do primeiro tiro de Joshua.

- Guardiões, eu suponho. – Lufus acaba de matar um homem e pegar sua alma. CONTINUE lendo…

1842
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Resultado do Concurso de Redação

Eduardo Rubião Ribeiro, 10 de abril de 2012

O concurso de redação da Casa de Lápis foi um sucesso, foi extremamente equilibrado e o vencedor foi a obra de Erick Decon, Um Conto para Camel que inaugurará a seção de eBooks da Casa de Lápis que virá junto com uma entrevista com o autor.

Aguardem.

 

1839
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Eduardo Rubião Ribeiro

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Escreve em meio aos devaneios do ócio ao som de músicas folclóricas e muito café com leite. Aprendiz de criativo. Ou não. Amante da literatura infanto-juvenil, é autor de diversos contos e romances publicados online, dentre os quais, de maior destaque estão as histórias de Dilastácia e Dulcetéia, inclusive com publicação em livro pelo Clube de Autores. Criador do místico personagem Maica Peta. Escreve de Itaquaquecetuba. (De Suzano- SP, 1989)


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